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    BRASILEIRO DE SELECOES INFANTO-JUVENIS (NOVA SAFRA PARA 2010)

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    BRASILEIRO DE SELECOES INFANTO-JUVENIS (NOVA SAFRA PARA 2010)

    Mensaje por eazb el Lun Oct 19, 2009 11:53 pm

    O Campeonato Brasileiro de Selecoes Infanto-Juvenis sob a otica de um treinador formador de talentos e "olheiro"...

    Resumo da Final e perspectivas para a selecao brasileira da categoria:

    Catarinenses vencem Brasileiro infanto-juvenil com virada incrível

    Alessandro Boia
    Alessandro.boia@globo.com.

    Foi emocionante a final do Brasileiro Infanto-Juvenil 1ª Divisão entre as seleções de Santa Catarina e Rio de Janeiro. Um jogo de alto nível ratificando que temos muita qualidade nos trabalhos de base. O jogo só foi decidido no quinto set, com vitória para as catarinenses por 3x2, parciais de 25/13, 21/25, 23/25, 27/25 e 15/10.

    O Jogo

    Santa Catarina venceu o primeiro set de forma tranqüila, fechando em 25x13. No segundo set as catarinenses saíram novamente na frente, porém as cariocas conseguiram virar e fechar o set em 25x21. O terceiro set também foi vencido pelo time do Rio de Janeiro por 25x23. No quarto set o placar foi se alternando até o meio do set, após o 16º ponto as cariocas se mantiveram a frente do placar chegando a fazer 24x19. Tudo parecia indicar que as cariocas fechariam o set e o jogo até que a central Simone Scherer, destaque da seleção catarinense foi sacar, acertando uma sequência de bons saques forçando erros de recepção na equipe do Rio de Janeiro, além de bloqueios decisivos da equipe catarinense empataram o jogo em 24x24. O Rio de Janeiro finalmente conseguiu rodar e fazer 25x24, porém as catarinenses motivadas pela recuperação do set conseguiram fechar em 27x25 com um bloqueio em cima da ponta Gabriela, principal atacante carioca e campeã mundial infanto-juvenil neste ano. As catarinenses venceram o quinto set por 15x10 dando números finais à partida e ao torneio com boa participação das atletas Rosamaria Montibeller e Eduarda Kraisch.

    Na decisão do 3º lugar a Seleção Paranaense que perdeu a semifinal para o time carioca, venceu a Seleção de Pernambuco por 3x1.

    A classificação final do campeonato ficou assim:

    1º Lugar – Santa Catarina

    2º Lugar – Rio de Janeiro

    3º Lugar – Paraná

    4º Lugar – Pernambuco

    5º Lugar – Rio Grande do Sul

    6º Lugar – Distrito Federal

    7º Lugar – São Paulo

    8º Lugar - Ceará

    9º Lugar – Minas Gerais

    10º Lugar – Pará

    11º Lugar – Rio Grande Do Norte

    12º Lugar – Espírito Santo

    13º Lugar – Tocantins

    14º Lugar – Alagoas

    15º Lugar – Mato Grosso do Sul (rebaixado para a segunda divisão)

    16º Lugar – Goiás (rebaixado para a segunda divisão)

    Em geral o campeonato teve um bom nível, revelando várias jogadoras com perfil para seleção brasileira. Além das seleções que ficaram nas primeiras colocações queria fazer um destaque à Seleção Gaúcha, que apresentou um grupo com muitas atletas interessantes e um bom conjunto. Também vale destacar a evolução de equipes como Pernambuco e Distrito Federal que desbancaram seleções favoritas. Isso é interessante e equilibra o cenário nacional do voleibol. Como já dissemos antes, em um país com a população e dimensão geográfica do Brasil os torneios envolvendo todas as regiões brasileiras deveriam ser mais equilibrados.

    A fórmula do campeonato adotada neste ano pela CBV força este fenômeno por conta do maior intercâmbio entre equipes com trabalho mais desenvolvido que outras. Esta relação condicionam as equipes mais fracas tecnicamente a trabalharem mais para alcançarem as equipes com melhor índice técnico, e também para ressignificar o trabalho dos mais fortes para que possam sempre brigar por títulos e manter sua qualidade.

    Como no próximo ano inicia-se o ciclo de uma nova geração para a seleção brasileira de base infanto-juvenil com nascidas em 1994 e 1995 fizemos uma consulta a alguns treinadores e expectadores presentes no torneio sobre destaques, que poderão aparecer nas próximas convocações da seleção brasileira. Para esta seleção citamos apenas jogadoras nascidas em 1994.

    Chamaram atenção a levantadora da Seleção Paraense que não consegui descobrir o nome, se alguém conhecê-la peço que por gentileza de nos informar por e-mail. No levantamento chamaram atenção também a gaúcha Natália Eltz Soares e a paranaense Mariana Galon. As líberos que mais se destacaram são nascidas em 1993. No meio de rede muitas surpresas boas, citamos como destaque a catarinense Simone Scherer, a paranaense Stéphanie Correia, a gaúcha Valquíria Diúllius e a mineira Raquel Vasconcelos. Como ponteiras citamos as gaúchas Carla Fell Reginato e Paula Camila Mohr, a mineira Gabriela Braga e a catarinense Rosamaria Montibeller. Como oposto destacamos a carioca Isabella Baptista.

    Ainda sobre meninas nascidas em 1994 com potencial para seleção brasileira fazemos menção a algumas atletas que por diversos motivos não puderam participar do brasileiro por seus estados, como a central do Minas Tênis Clube Gabriela Oliveira Fabiano de 1,91 m, a ponta catarinense da equipe de Nova Trento Marina Scherer de 1,86 m, irmã gêmea da central Simone e a gaúcha da equipe de Lajeado Rafaela Sehnem, de 1,87 m.

    Um grupo que deve ser observado com carinho é o mineiro. O 9º lugar obtido neste campeonato não representa o potencial do grupo e a qualidade do trabalho efetuado nos clubes do estado, principalmente que cederam atletas para seleção mineira. Minas Gerais sempre revela atletas interessantes e desta vez não é diferente. Faço uma menção especial às centrais da equipe, Bruna Evangelista, Raquel Vasconcelos e Bruna Ferreira. Embora ambas se destacam como meios-de-rede tem potencial para aturem em outras posições. A central Bruna Evangelista é de 1993, passa bem e tem pegada de atacante de ponta. As outras centrais, Raquel (1994) do Minas Tênis Clube e Brunna Ferreira (1993) do Praia Clube também tem habilidade e encaixe no ataque para serem testadas na posição de oposto.

    O professor Rizola que comandará esta geração no próximo ano deve ter ficado feliz com as boas opções que terá em mãos para trabalhar. Além das meninas de 1994 que apareceram no brasileiro, em muitos estados tem meninas excelentes nascidas em 1995 que estão despontando em seus clubes e que ainda não estavam com idade para participar deste campeonato.

    Quanto se fala de categorias de base e talentos nada é definitivo. Estamos falando de meninas com potencial, mas o caminho para confirmar este potencial que todas têm é longo, que exigirá além de trabalhos técnicos de qualidade, o apoio e participação ativa de suas famílias e principalmente dedicação e cabeça da atleta.

    Trabalhando sério e fazendo as escolhas certas, com certeza chegarão lá.

    http://www.melhordovolei.com.br/colunas.asp?coluna=72

    Obs: Os campeonatos brasileiros de base (Infanto-Juvenil e Juvenil) nao sao disputados por clubes e sim pelas selecoes estaduais de todo o brasil, subdivididos em 2 divisoes...

    jsantos1987

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    Re: BRASILEIRO DE SELECOES INFANTO-JUVENIS (NOVA SAFRA PARA 2010)

    Mensaje por jsantos1987 el Mar Oct 20, 2009 12:37 pm

    Trabajo de alto nivel como dijo Daniel Peredo en el match de Regatas vs. Unilever cuando miraba la gran delegación del equipo brasileño, sus lap tops, etc, etc.

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